Diante das circunstâncias do jogo o empate na Venezuela pode ser encarado como heróico pela torcida Celeste. Com apenas 2 jogadores de ataque à disposição no banco de reservas (Leandro Domingues e Marcel, os outros 2 eram Andrey, goleiro e Tiago Heleno, que não tinha se recuperado de lesão e não iria entrar em campo), o técnico Adilson Batista não teve como se beneficiar da utilização da regra 3, fazendo com que o time fosse o mesmo do princípio ao fim do jogo. Não fosse os dois lances de bobeira dos dois times o jogo teria ficado no zero a zero, tal foi o equilíbrio entre os adversários. Muita luta, determinação defensiva e raça fizeram com que o Cruzeiro suportasse a pressão do Caracas, empurrado por sua torcida que lotou o estádio Olímpico e no segundo tempo a Raposa foi melhor e ainda levou perigo ao gol venezuelano por diversas vezes. Com o empate o Cruzeiro segue líder do Grupo 1 e invicto nesta edição da Copa Santander Libertadores.
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